Cidadãos opinarão sobre como São Lourenço deve utilizar os recursos públicos em 2027: audiência da LDO

69

   A Câmara de São Lourenço receberá as sugestões da população em relação à aplicação do dinheiro público em 2027. A audiência da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) será nesta quinta-feira (09/07), às 18h, na sede da Casa Legislativa (Alameda Dr. Gabriel Avair, 58, centro). Na ocasião, os microfones estarão abertos para os cidadãos se manifestarem sobre quais devem ser as prioridades de gastos do município no ano que vem. Não é necessário se cadastrar. As inscrições para fala serão feitas durante a reunião.

   A LDO orienta a aplicação dos recursos públicos para o ano seguinte, ou seja, estabelece quais são as prioridades do município. O projeto 27/2026 foi enviado pela Prefeitura e prevê todas as despesas em 2027, como pagamento de servidores, realização de obras e manutenção de serviços. Obrigatoriamente o documento é votado pela Câmara, que pode fazer modificações no texto inicial, disponível no seguinte link: https://cmsaolourenco.gwlegis.com.br/proposicao/12922.

   A audiência pública é promovida pela Comissão de Finanças e Orçamento, composta por Josafazinho Rodrigues– presidente (PSDB), Elton Tavares (PSD) e Rodrigo Martins de Carvalho (PSD). A pasta vai analisar as sugestões recebidas durante o evento, juntamente com a Secretaria Jurídica da Câmara, que verifica a legalidade e constitucionalidade de cada demanda. Os pedidos feitos pela população podem ser incluídos na LDO por meio de emendas.

   “Todos os gastos públicos devem estar previstos nas leis orçamentárias para garantir a saúde financeira do município. Então essa é a hora ideal para pedir investimentos específicos, como a construção de uma quadra ou a reforma de uma UBS”, explica Josafazinho Rodrigues. “Como vereadores, podemos incluir essas solicitações dos cidadãos no projeto que está tramitando na Câmara antes dele ser aprovado, contemplando as necessidades apontadas durante a audiência – essa é a importância do orçamento participativo”, conclui o presidente da Comissão.